É eu ando sumida, mas é que me falta inspiração para escrever algo que valha a pena ser lido. Só estou passando por aqui para não deixar meu blog abandonado, tadinho. Tirando a minha gripe que está me deixando fanha e surda o resto das coisas tem andado bem. Decidi mudar um pouco de vida. Já que estava entediada e cansada com a rotina, resolvi mudar coisas que dependem de mim enquanto as coisas que não dependem não mudam. Acredito muito nisso de energia positiva, e que se você pensa de forma otimista as coisas boas acontecem, e se pensa de forma pessimista demoram mais para acontecer. Então decidi, pelo menos enquanto ainda posso pensar da maneira mais positiva possível, rir mais da vida e estou tentando voltar a seguir o lema que eu seguia no 1º colegial (diga-se de passagem, foi um ano muito booom): Viva cada segundo como se fosse o último! Pode parecer meio clichê e até concordo que é, mas não deixa de ser verdade. A vida é bem curta se formos analizar. Daqui a pouco eu vou estar velha sentada em uma varanda fazendo crochê e tem tanta coisa boa p/ se ver nessa vida, tanta coisa boa para se fazer, e ao mesmo tempo tem tantas forças negativas querendo fazer com que a gente se esqueça de todas essas coisas, de todo o brilho que tem nessa vida e se a gente não se cuida acaba se entregando a todas as coisas ruins e tudo fica muito mais difícil. Decidi não levar tudo tão a sério, não brigar tanto, e olha que isso p/ mim é muito difícil, hehehe! E sinceramente acho que essas mudanças que fiz em mim, tanto físicas, (afinal cortei o cabelo beeem curto), quanto psicológicas, têm trazido um pouco mais de sorte p/ mim.
Fica aí então o "conselhinho" da semana. Aperte o botão do foda-se e vá viver!
PS: Isso porque eu estava sem inspiração =P
30.8.06
23.8.06
Aquela tarde estava fria demais se igualando ao frio que sentia por dentro. Pensava se todo mundo sentia aquilo. Será que todas aquelas pessoas a sua volta sentiam aquela angústia, aquele vazio? Parecia que todos olhavam como se ela viesse de outro mundo. Se pelo menos ele estivesse ali, talvez se sentisse menos sozinha, menos estranha àqueles olhos todos. Mas não estava e mais uma vez tinha que seguir sozinha. Por quanto tempo mais se sentiria assim? Quais fatores seriam necessários mudar para que pudesse respirar novamente? A luz entrava pela janela parecendo esperançosa como querendo lhe dizer algo que por mais que se esforçasse não compreendia. E seu coração foi diminuindo até desaparecer dentro de seu peito.
21.8.06
Nesse fim de semana eu tive uma overdose de cinema. Assistimos (eu e meu amor) dois filmes seguidos!!! Mas eu tava precisando e os filmes foram bons! Primeiro assiti A Casa do Lago e depois Silent Hill.
Silent Hill foi foda! Igual ao jogo, pelo menos até a parte que eu consegui chegar do jogo.
Mas A Casa do Lago superou, pelo menos na minha opinião de menina romântica (sim, eu sou mesmo que não pareça). O filme foi lindo! Deu uma dor que eu quase chorei! Sabe aqueles filmes que você acaba de assistir e quer ver de novo?! Foi exatamente assim que eu me senti. Eles mostraram como o crítico disse no jornal, o peso do tempo entre os apaixonados. E nossa, é incrível como ele pode pesar. Dá um medinho de se perder quem se tem. E ainda tem Sandra Bullock e Keanu Reeves, que eu adoooorooo! Bom, eu recomendo! Já vou reservar meu DVD p/ comprar quando for lançado, hehehe.
Silent Hill foi foda! Igual ao jogo, pelo menos até a parte que eu consegui chegar do jogo.
Mas A Casa do Lago superou, pelo menos na minha opinião de menina romântica (sim, eu sou mesmo que não pareça). O filme foi lindo! Deu uma dor que eu quase chorei! Sabe aqueles filmes que você acaba de assistir e quer ver de novo?! Foi exatamente assim que eu me senti. Eles mostraram como o crítico disse no jornal, o peso do tempo entre os apaixonados. E nossa, é incrível como ele pode pesar. Dá um medinho de se perder quem se tem. E ainda tem Sandra Bullock e Keanu Reeves, que eu adoooorooo! Bom, eu recomendo! Já vou reservar meu DVD p/ comprar quando for lançado, hehehe.
17.8.06
Li esse texto ontem no site da Tati e achei muito foda!
"Eu nunca fui uma criança problema, tirando o problema de ter nascido antes da hora. Adolescente problema, muito menos. Acho até que foi pela ausência deles que aos 15 minha mãe me levou ao psicolólogo. Era muito normalzinha a menina. Mas sabia que um dia esse excesso de pessoa comum ia acabar me cansando e não deu outra. Já na maturidade, palavra que adoro, resolvi causar, outra palavra que amo. Saí de casa, da cidade, do estado. Aos 26 me vi morando sozinha num mundo que podia ser o que quiser. E como não podia ser a Gisele Bunchen, resolvi ser eu mesma. Engano seu pensar que ser você mesmo é tarefa fácil. É ter sua própria opnião num mundo de maria-vai-com-as-outras. Falar que odiou aquele filme que todo mundo está amando. É colocar calça xadrez porque está com vontade e não porque está na moda. Começar a refeição pela sobremesa para não correr o risco de estar de barriga cheia quando o momento dela chegar. É dar de primeira porque ficou com vontade. E não dar de jeito nenhum porque a vontade passou. É ir no show de Sandy & Júnior e assumir que gostou. Imitar macaco quando forem limpar seu vidro no sinal. É dizer que sente saudade de alguém que não sente sua falta. Ser simpática com quem não merece nem bom-dia. É não saber o que vai ser quando crescer mesmo já tendo passado dos 30. Jogar futebol de botão com os sobrinhos e descobrir que não passou dos 5. É correr de um jeito engraçado só para fazer as pessoas rirem. Cair da esteira na academia e rir sozinha. É assumir que é baiana e não sabe rebolar e nem jogar capoeira. Ligar para todas as amigas em desespero com os primeiros fios brancos e não aceitar que o tempo está passando. É falar rápido demais, comer rápido demais e dirigir devarinho na pista da esquerda. É achar que tudo na vida fica mais gostoso com requeijão cremoso. Tudo. Namorar quem você nunca namoria. É aceitar seu lado ruim, mesquinho e o fato de não ser nenhuma Madre Tereza. Tomar banho de mar à noite e não tomar banho de dia. É acordar cedo quando você poderia dormir um pouco mais. É gostar de seduzir mas sempre acabar sendo seduzida. Perdir pra ele ficar mais, pra ficar menos e pra ir embora. É arrumar as roupas no armário por cor e nunca se tocar disso. Gostar mais do dia do que da noite.
É assumir seu corpo do jeito que está mesmo com aquela boínha na cintura. Babar no travesseiro. É mentir falando a verdade. Amar, sofrer e não ter medo de amar de novo. É aceitar que a vida é uma só e que não dá para perder tempo sendo o que você não é. Porque ninguém nunca vai viver sua vida melhor que você."
>>Retrato 3X4- Um texto da minha amiga Letícia Valença - Tati Bernardi
"Eu nunca fui uma criança problema, tirando o problema de ter nascido antes da hora. Adolescente problema, muito menos. Acho até que foi pela ausência deles que aos 15 minha mãe me levou ao psicolólogo. Era muito normalzinha a menina. Mas sabia que um dia esse excesso de pessoa comum ia acabar me cansando e não deu outra. Já na maturidade, palavra que adoro, resolvi causar, outra palavra que amo. Saí de casa, da cidade, do estado. Aos 26 me vi morando sozinha num mundo que podia ser o que quiser. E como não podia ser a Gisele Bunchen, resolvi ser eu mesma. Engano seu pensar que ser você mesmo é tarefa fácil. É ter sua própria opnião num mundo de maria-vai-com-as-outras. Falar que odiou aquele filme que todo mundo está amando. É colocar calça xadrez porque está com vontade e não porque está na moda. Começar a refeição pela sobremesa para não correr o risco de estar de barriga cheia quando o momento dela chegar. É dar de primeira porque ficou com vontade. E não dar de jeito nenhum porque a vontade passou. É ir no show de Sandy & Júnior e assumir que gostou. Imitar macaco quando forem limpar seu vidro no sinal. É dizer que sente saudade de alguém que não sente sua falta. Ser simpática com quem não merece nem bom-dia. É não saber o que vai ser quando crescer mesmo já tendo passado dos 30. Jogar futebol de botão com os sobrinhos e descobrir que não passou dos 5. É correr de um jeito engraçado só para fazer as pessoas rirem. Cair da esteira na academia e rir sozinha. É assumir que é baiana e não sabe rebolar e nem jogar capoeira. Ligar para todas as amigas em desespero com os primeiros fios brancos e não aceitar que o tempo está passando. É falar rápido demais, comer rápido demais e dirigir devarinho na pista da esquerda. É achar que tudo na vida fica mais gostoso com requeijão cremoso. Tudo. Namorar quem você nunca namoria. É aceitar seu lado ruim, mesquinho e o fato de não ser nenhuma Madre Tereza. Tomar banho de mar à noite e não tomar banho de dia. É acordar cedo quando você poderia dormir um pouco mais. É gostar de seduzir mas sempre acabar sendo seduzida. Perdir pra ele ficar mais, pra ficar menos e pra ir embora. É arrumar as roupas no armário por cor e nunca se tocar disso. Gostar mais do dia do que da noite.
É assumir seu corpo do jeito que está mesmo com aquela boínha na cintura. Babar no travesseiro. É mentir falando a verdade. Amar, sofrer e não ter medo de amar de novo. É aceitar que a vida é uma só e que não dá para perder tempo sendo o que você não é. Porque ninguém nunca vai viver sua vida melhor que você."
>>Retrato 3X4- Um texto da minha amiga Letícia Valença - Tati Bernardi
16.8.06
Hoje de manhã enquanto vinha caminhando para o trabalho e ouvindo um monte de pássaros conversando entre si pelo caminho, lembrei daquela viagem que a gente fez há tanto tempo atrás. Nossa primeira e última viagem e por isso a melhor. De tudo, o melhor era dormir e acordar junto, sem se preocupar com horários ou com qualquer outra coisa. Só ir dormir abraçada a você e acordar do mesmo jeito, se perdendo no tempo e no espaço sem ligar p/ quem passava no corredor do lado de fora. Sem se importar se estava fazendo sol ou chuva, se nós iríamos para a praia ou não, só esquecendo o mundo pelo menos um pouco. Deu uma saudade tão grande, uma vontade de esquecer tudo de novo assim. Era tudo o que eu precisava nesse momento, era só o que eu precisava nesse momento.
14.8.06
Ontem foi dia dos pais, mas assim como o dia das mães esse ano, pareceu um domingo normal. Mesmo porque eu acho hipocrisia demais viver em conflito com os pais o ano inteiro para chegar nessas datas criadas sei lá por quem e daí tudo ficar uma maravilha. O certo seria ser uma maravilha sempre, todos os dias, ou pelo menos uns 4 dias da semana, e não um dia por ano. Não me preocupei com presentes, com almoços nem com nada. Podem me chamar de insensível e de intolerante, porque eu realmente não tô mais com saco p/ essas coisas.
Quando eu era criança até que era legal e tal. Eu sempre fazia algum cartão ou coisa do gênero na escola. Era divertido até.
Lembro de um dia, eu devia ter uns 12 anos, e eu tinha comprado alguma coisinha para o meu pai com a minha pouca mesada e não deu para comprar o cartão. Daí no domingo do dia dos pais eu acordei bem cedo, tipo umas 7h da manhã e fiz um cartão com sulfite e canetas coloridas quase no escuro porque se eu acendesse a luz do quarto meu irmão ia acordar e se eu saísse do quarto corria o risco do meu pai acordar e estragar a surpresa. Eu achei o cartão ridículo, ele adorou. É incrível como as coisas mudam, hoje que eu tenho dinheiro para comprar 20 cartões eu não consigo arranjar ânimo nenhum. É triste, mas é real. Eu só espero que um dia essa situação mude. Se não mudar também, paciência.
Quando eu era criança até que era legal e tal. Eu sempre fazia algum cartão ou coisa do gênero na escola. Era divertido até.
Lembro de um dia, eu devia ter uns 12 anos, e eu tinha comprado alguma coisinha para o meu pai com a minha pouca mesada e não deu para comprar o cartão. Daí no domingo do dia dos pais eu acordei bem cedo, tipo umas 7h da manhã e fiz um cartão com sulfite e canetas coloridas quase no escuro porque se eu acendesse a luz do quarto meu irmão ia acordar e se eu saísse do quarto corria o risco do meu pai acordar e estragar a surpresa. Eu achei o cartão ridículo, ele adorou. É incrível como as coisas mudam, hoje que eu tenho dinheiro para comprar 20 cartões eu não consigo arranjar ânimo nenhum. É triste, mas é real. Eu só espero que um dia essa situação mude. Se não mudar também, paciência.
10.8.06
Agora sim estou me sentindo velha. Finalmente a minha habilitação chegou. Sim, agora eu tenho licença para matar. O mais estranho é que pelo menos por enquanto eu não me sinto super bem por ter mais esse direito. Não sei se foi porque foi um longo e penoso caminho até a carta finalmente sair, ou se foi porque eu acabei meio que me traumatizando com os dois exames práticos que eu fiz, mas não consigo me imaginar dirigindo por aí como todo mundo nesse trânsito louco e apavorante que tem em São Paulo. Tá certo que ter a carta traz as suas vantagens e certo conforto, mas sinto que essa condição de motorista não combina comigo, não faz parte de mim. Eu acho que me dou melhor com ônibus, metrô, trem, trólebus, sei lá, com coletivos, sabe?! Pode só ser um medo de pegar o carro e sair por aí, um comodismo por sempre ter alguém me levando de um lado para o outro, e espero que seja mesmo, porque eu acho que deve ser tão legal sair dirigindo por aí sozinha com a música que eu quero ouvir no rádio no volume mais alto. Além do que, a carta te traz mais um fator de independência, o que p/ mim vale muito. Bom, veremos como vai ser daqui p/ frente. Prometo que quando eu estiver acostumada e esse medo acabar e tal, eu levo todo mundo p/ passear. E que venham os postes!
9.8.06
Antes eu achava que ser uma grande profissional com um currículo incrível e milhares de cursos e experiências era a coisa mais legal de se ter. Não bastava a independência financeira. Há uns dois anos mais ou menos, quando me decidi por qual caminho seguir, achava realmente que estava fazendo a coisa mais acertada, que iria fazer a puta faculdade, e cursos de línguas e tentar ter certificações e tudo seria fácil, eu logo estaria muito bem e ganhando absurdo. Percebo agora que as coisas não são bem assim, que tudo poderia ter sido bem mais simples e eu estaria mais feliz. Não adianta ter muita ambição quando na verdade você se contenta com pouco. Não adianta querer abraçar o mundo inteiro, se para você basta um bairro. Não adianta querer agradar os outros se você vai ficar infeliz. Agora noto que nem sempre a decisão que parece ser a mais acertada, é realmente. E nem sempre dá para voltar atrás quando ela está feita.
>>Para uma grande amiga, porém valido para todos:
Algumas mudanças que não esperamos que aconteçam nos pegam de surpresa e então não sabemos como agir. Ficamos tristes, deprimidos e tudo o que mais queremos é o colo da pessoa certa para dormir sem pesadelos. Eu sei que não é fácil, e não digo que um dia irá agradecer pela depressão, pelas lágrimas caídas e pelas noites não dormidas. Mas vai agradecer pela forma com que tudo isso lhe deixou mais forte. Como ás vezes caminhar sozinha por mais doloroso que seja faz com que nos tornemos melhores. Nem sempre dá para crescer e se tornar uma pessoa melhor somente com coisas bonitinhas e divertidas infelizmente, e é melhor descobrir isso logo para não adiar um sofrimento que com certeza virá algum dia. Não estou pedindo que pare de chorar, que aceite pacifivamente esta nova condição, nem que siga seu caminho sozinha como se isso não lhe afetasse. Só lhe peço que tente enxergar um lado positivo nisso e que não se preocupe, porque lhe garanto que qualquer mudança por pior que seja, acaba tendo suas compensações. E são essas compensações que você irá agradecer mais tarde. Além do que você não está sozinha.
>>Para uma grande amiga, porém valido para todos:
Algumas mudanças que não esperamos que aconteçam nos pegam de surpresa e então não sabemos como agir. Ficamos tristes, deprimidos e tudo o que mais queremos é o colo da pessoa certa para dormir sem pesadelos. Eu sei que não é fácil, e não digo que um dia irá agradecer pela depressão, pelas lágrimas caídas e pelas noites não dormidas. Mas vai agradecer pela forma com que tudo isso lhe deixou mais forte. Como ás vezes caminhar sozinha por mais doloroso que seja faz com que nos tornemos melhores. Nem sempre dá para crescer e se tornar uma pessoa melhor somente com coisas bonitinhas e divertidas infelizmente, e é melhor descobrir isso logo para não adiar um sofrimento que com certeza virá algum dia. Não estou pedindo que pare de chorar, que aceite pacifivamente esta nova condição, nem que siga seu caminho sozinha como se isso não lhe afetasse. Só lhe peço que tente enxergar um lado positivo nisso e que não se preocupe, porque lhe garanto que qualquer mudança por pior que seja, acaba tendo suas compensações. E são essas compensações que você irá agradecer mais tarde. Além do que você não está sozinha.
7.8.06
Mais uma semana começava. Acordou sem nenhum ânimo considerável, com um sono incrível e um calor incrível, quase sufocante. Caminhava em direção ao serviço, ainda estava escuro de tão cedo e o céu estava lindo, com milhares de estrelas e constelações que tentavam lhe mostrar que havia coisas boas a se viver, mas mesmo assim a dor de cabeça que sentia só conseguia fazer com que pensasse que o dia seria comprido e difícil, assim como o resto da semana. Foi até o banheiro, sentou-se um pouco e encostou a testa quente na parede fria para tentar amenizar um pouco aquela enxaqueca terrivel que insitia em fazer seus miolos ferverem. Pensava na pequenez de sua existência, na rotina da sua vida. Nunca havia tido grandes aventuras, nunca aprendeu uma lígua diferente, nem um instrumento musical interessante ou qualquer tipo de esporte. Nem sequer sabia nadar. Tudo que fazia era por obrigação, sempre tentando ser responsável, mas nem sempre conseguindo. Sentiu um vazio imenso por dentro, como se faltasse algo importante na vida, como se não vivesse de verdade, só fosse levando, como muitos também faziam como muitas vezes criticou que aqueles muitos fizessem. Ficou ali olhando para o nada e se sentindo nada. Olhou para o relógio e mesmo com o aperto no peito foi trabalhar, pois já estava tarde e era, ou pelo menos tentava ser, responsável demais para ficar ali pensando na vida.
1.8.06
E hoje começa agosto. O dito mês do desgosto. Apesar de que do jeito que a minha vida está, se ficar pior acho que nem vou notar. Lamentações a parte, mais um ano está acabando. 5 meses somente! E o que são 5 meses?! Bom, isso já depende do ponto de vista de cada um. Já começo a pensar no que aconteceu durante o ano, no que já foi aprendido e tudo mais. Isso porque nem começou o semestre na faculdade! Filosofias a parte, seja bem-vindo, mês do desgosto, e que o ano acabe logo, e que venham novidades e mudanças! Logo!
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